ESPECIALIDADES

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Cirurgias Plásticas
Ninfoplastia
Fonte: SBCP - www.cirurgiaplastica.org.br/   
O QUE É?
 
É a cirurgia realizada para reduzir os pequenos lábios vaginais. A hipertrofia desta parte da anatomia feminina é freqüente e não raro causa constrangimento diante do parceiro sexual.
 
ANESTESIA
 
Geralmente a cirurgia é realizada sob anestesia local com sedação.
 
ATO OPERATÓRIO
 
Os pequenos lábios têm função protetora da entrada vaginal. O objetivo da cirurgia é reduzi-los até que fiquem esteticamente cobertos pelos grandes lábios mas não retire sua função primordial. É uma cirurgia simples consistindo na retirada do excesso de tecido seguida de sutura com pontos absorvíveis (não necessitam serem retirados).
 
 
QUEM DEVE FAZER? 
 
Mulheres que se sintam constrangidas com a hipertrofia dos pequenos lábios.
 
COMO É O PÓS-OPERATÓRIO?
 
A paciente recebe alta poucos momentos após a cirurgia e deve ficar afastada do trabalho por um a três dias e de exercícios físicos por duas semanas. Atividade sexual estará liberada após cerca de três ou quatro semanas. Não interfere com o prazer sexual nem com as sensibilidades vaginal ou clitoriana pois estas estruturas não são manipuladas.
 
COMPLICAÇÕES
 
As complicações são muito raras devido ao pequeno tamanho da cirurgia. Entre elas temos:
 
Hematoma: acúmulo de sangue que é tratado com simples drenagem por punção ou por abertura dos pontos.
Infecção: colonização bacteriana da área operada. Tratada com curativos e antibióticos.
Deiscência de suturas (abertura dos pontos): tratada com limpeza e nova sutura ou curativos.
 
 
COMO SÃO OS RESULTADOS?
            
Embora haja retirada cirúrgica do tecido excedente, a cicatriz resultante é pouco aparente. A cirurgia não interfere com a atividade sexual e não prejudica partos normais futuros.
 
Ginecomastia
Fonte: SBCP - www.cirurgiaplastica.org.br/   

O QUE É GINECOMASTIA?

 
Ginecomastia é a proliferação benigna do tecido glandular da mama masculina que se extende mais que 0,5cm de diâmetro, concentricamente, a partir do mamilo (ginecomastia verdadeira). Quando ocorre por deposição de tecido gorduroso é chamada de ginecomastia falsa ou pseudoginecomastia. Podem ainda existir os tipos mistos. É freqüente a forma puberal surgindo entre onze e quatorze anos devido a baixa de testosterona e aumento do estrogênio, com freqüência regredindo em um ou dois anos. As formas que necessitam de correção cirúrgica são aquelas que não regridem espontâneamente. Existem diversas causas de ginecomastia patológica, entre elas: alterações hormonais; uso de corticóides e anabolizantes (comum em fisioculturistas); doenças hepáticas, insuficiência renal, hipertireoidismo; tumores testiculares e da supra-renal. A ginecomastia também pode ser produzida pelo uso de algumas medicações: bloqueador de canais de cálcio, isoniazida, etionamida, amiodarona, heparina, griseofulvina, captopril, analgésicos narcóticos, quinidina, diazepan, fenitoína, penicilamina, omeprazol, b-bloqueador, nitratos.
 
 
 
DIAGNÓSTICO
 
O histórico deverá informar se o crescimento das glândulas foi rápido, quais as medicações de uso freqüente, quais os hábitos do paciente e se o mesmo é portador de alguma doença hepática, renal ou endócrina, o exame físico deverá avaliar se há hipersensibilidade da mama, textura endurecida e irregular e se as lesões são maiores que 5cm de diâmetro (2-5cm em pacientes magros). Mamografia ou ultrassonografia (US) são úteis na diferenciação da ginecomastia falsa da verdadeira.
A avaliação laboratorial inclui: função hepática e renal, e  dosagens hormonais.
 
ATO OPERATÓRIO: 
 
O tratamento cirúrgico é rápido (uma a duas horas), com alta hospitalar no mesmo dia da cirúrgia. As ginecomastias falsas constituidas de gordura são tratadas satisfatoriamente com a lipoaspiração. As ginecomastias verdadeiras são tratadas com incisão cirúrgica circundando o diâmetro inferior do mamilo e retirando-se a glândula aumentada.  Quando há excesso de pele, essa deve ser retirada para um resultado mais satisfatório esteticamente.
 
 
 
ANESTESIA:
 
Em sua maior parte as ginecomastias são operadas sob anestesia local. Apenas naqueles casos de grande volume mamário opta-se pela anestesia peri-dural alta ou anestesia geral.
 
QUEM DEVE FAZER?
 
Os pacientes em geral são adolescentes que recusam-se a tirar a camisa próximos a amigos ou parentes, e neste caso, a cirurgia trará grande melhora no convívio social do paciente. Pacientes que desenvolveram a patologia com o uso de medicações também se beneficiam da cirurgia. Pacientes em uso de medicações ou portadores de patologias que induzam à Ginecomastia podem lograr melhora e não necessitarem do tratamento cirúrgico após a retirada das medicações ou tratamento da doença de base.
 
COMO É O PÓS OPERATÓRIO 
 
O incômodo doloroso é pequeno tratado com analgésicos. Por  vezes é necessária a colocação de drenos, que serão retirados entre 48 e 72 horas. O paciente deverá manter repouso moderado, usar malha elástica evitar altas temperaturas e aglomerações. O retorno às atividades ocorre cerca de uma semana após a cirurgia e esportes estrão liberados após 30-40 dias.
 
COMPLICAÇÕES
 
Seroma: acúmulo de líquido abaixo da pele da região operada. Trata-se com punção aspirativa.
Hematoma: sangramento pós cirúrgico, que quando intenso requer drenagem e abertura de alguns pontos.
Infecção: colonização da área operada por microorgnismos. Tratam-se os casos leves com antibióticos e curativos sendo que os casos mais graves necessitam de desbridamento cirúrgco.
Cicatrizes Inestéticas: qualquer cicatriz cirúrgica pode ir desde a quase inaparência até a cicatriz queloidiana. O tratamento desta complicação consiste desde tratamentos com pomadas até correção cirúrgica.
Área deprimida no local onde antes havia o tecido aumentado: não é infreqüente e pode ocorrer devido a retirada em excesso do tecido anormal ou por retração cicatricial.
 
Cirurgia de pós perda de peso
Fonte: SBCP - www.cirurgiaplastica.org.br/   

1-O que é isso? 

Geralmente acontece mais comumente pós redução do estomago (cirurgia de Capela ou bariátrica) ou reduçao de grande quantidade com atividade física, uso de medicações ou dieta. 


2-Quando se é indicado qualquer procedimento cirúrgico? 
Quando se existe estabilização do peso por mais de seis meses no caso de cirurgia bariátrica (ideal se dá após - 24 meses do procedimento cirúrgico) e tres meses no caso de suspensão de medicação.


3.Existe complicações? 
Sim , cada complicação está relatada em cada procedimento a ser realizado ,como está bem explicado nas especialidades do site. Mas em suma, o paciente que perdeu grande quantidade de peso emagrece a célula adiposa, sobra-se mais pele , mas os vasos sanguíneos permanecem calibrosos, por isso maior risco de perca de sangue e até transfusão sanguínea. Logo cirurgias combinadas como mamoplastia e abdominoplastia devem ser ponderadas de acordo com os exames bioquímicos e história clínica para se evitar surpresa para o paciente e para a equipe. E também por possuir tal característica anatomica dos vasos  sanguíneos, o risco de formação de hematoma não é pouco comum. 
Nos casos dos pacientes que fazem redução de estomago a perda de nutrientes e a dificuldade de absorção dos mesmos como ferro, magnesio, potássio e cálcio, além de proteínas e vitaminas, faz –se perceber que a qualidade da pele se torna frágil e fácil de se romper, logo pode ocorrer pequenas aberturas de suturas as quais podem cicatrizar espontaneamente ou necessitar de nova ressutura. 


4. Qual anestesia  mais indicada? 
No nosso protocolo a princípio dependerá da história clínica do paciente  e do local a ser operado, mas prima-se pelo bloqueio peridural pacientes + jovens e anestesia geral pacientes com mais idade.


5. Tempo de internação? 
Geralmente 24 a 48 horas 


6.Usa-se dreno?

Sim , em caso de mamoplastia, abdominoplastia, dermolipectomia de coxas, e pode ser que fique por mais de 24 horas, dependerá do débito de secreção diária.

 

 
Dermolipectomia de Braços e Coxas
Fonte: SBCP - www.cirurgiaplastica.org.br/   

Indicação:
Após grandes emagrecimentos ou alternância de períodos de ganho e perda de peso, é comum que ocorra um abaulamento e flácidez da porção interna das coxas. Isto se deve ao excesso de pele formado pelo estiramento desta durante o período de sobrepeso. Devido ser a pele interna da coxa relativamente fina, ela não contrai o suficiente após a perda ponderal, acarretando o excesso de pele local. A dermolipectomia de coxas visa retirar o excesso de pele, proporcionando um contorno da coxa mais natural e menos flácido. 

Tipo de anestesia:
A anestesia pode ser a peridural ou a geral. 

Tempo de internação:
Geralmente entre 24 e 48horas, dependendo da recuperação e da orientação do médico. 

Pós-operatório:
O paciente deve evitar o excesso de movimentos, principalmente abrir muito as pernas, visto que a cicatriz se encontra próximo à virilha e será forçada nestes casos. A tração natural exercida na cicatriz pelo andar e pela gravidade leva comumente a cicatriz a apresentar um alargamento nos primeiros meses. Quanto menor for a tração sobre a cicatriz, menor será o seu alargamento. É importante ressaltar que se o excedente de pele for maior a cicatriz poderá estender-se para veritacal na direção dos joelhos na parte interna da coxa.   

Complicações:
 Entre as infreqüentes complicações da dermolipectomia de coxas, porém possíveis, podem ser citados: hematoma, seroma, infecção, necrose (sofrimento da pele), deiscência (abertura da sutura), quelóide, trombose, embolia e problemas anestésicos.
Por serem as complicações mais freqüentes em paciente fumantes, estes devem se abster do cigarro por um mês antes da cirurgia, para minimizar os riscos. No caso de uso de anticoncepcional oral ou injetável, deve-se suspender o uso 1 mês antes da cirurgia, período no qual outro método anticoncepcional deve ser adotado. 

Resultado definitivo:
O resultado definitivo da dermolipectomia é atingido após 6 meses da cirurgia, período necessário para a acomodação dos tecidos e amadurecimento da cicatriz.

 

Cirurgia do Braço (Dermolipectomia Braquial) 


Indicação: 
Após grandes emagrecimentos, alternância de períodos de ganho e perda de peso, ou com o passar da idade, é comum que ocorra um abaulamento flácido da porção posterior do braço. Isto se deve ao excesso de pele formado pelo estiramento desta durante o período de sobrepeso ou da perda de turgor da pele devido à idade. Por ser a pele posterior do braço relativamente fina, ela não contrai o suficiente após a perda ponderal, acarretando o excesso de pele local. A dermolipectomia braquial (do braço) visa retirar este excesso de pele, proporcionando um contorno do braço mais natural e menos flácido. 

Tipo de anestesia: 
Geralmente a anestesia geral. 

Tempo de internação: 
Geralmente 24 horas. 

Pós-operatório:
O paciente deve evitar o excesso de movimentos, principalmente levantar os braços por 30 dias, visto que a cicatriz se encontra na axila ou na parte interna do braço em direção ao cotovelo e será forçada nestes casos. Quanto menor for a tração sobre a cicatriz, menor será o seu alargamento. 

Complicações:

Dentre as complicações possíveis da dermolipectomia dos braços, porém incomuns, podem ser citados: hematoma, seroma, infecção, necrose (sofrimento da pele), deiscência (abertura da sutura), quelóide, trombose, embolia e problemas anestésicos. 
Por serem as complicações mais freqüentes em paciente fumantes, estes devem se abster do cigarro por um mês antes da cirurgia, para minimizar os riscos. No caso de uso de anticoncepcional oral ou injetável, deve-se suspender o uso 1 mês antes da cirurgia, período no qual outro método anticoncepcional deve ser adotado. 

Resultado definitivo:
O resultado definitivo da dermolipectomia é atingido após 6 meses da cirurgia, período necessário para a acomodação dos tecidos e amadurecimento da cicatriz.

 

 
Ritidoplastia (Cirurgia de Rejuvenescimento Facial)
Fonte: SBCP - www.cirurgiaplastica.org.br/   

P: QUANTOS ANOS VOU REJUVENESCER?

 

R: Não é possível, através da cirurgia, transformar uma face de 40 anos em outra de 20. Apesar disto parecer óbvio é importante frizá-lo pois certas informações errôneas são transmitidas por leigos desinformados ou pela Mídia distorcida, fazendo alguns pacientes acreditarem na possibilidade de se fazer “o relógio do tempo” ser retardado conforme sua vontade. Nenhum cirurgião plástico logrará este intento.

 

 

P: COMO FICARÃO AS CICATRIZES? DESAPARECERÃO?

 

R: A cirurgia plástica visa melhorar o aspecto da flacidez, rugas, sulcos, etc., dando assim um rejuvenescimento à face. As cicatrizes, entretanto, serão permanentes, apesar de irem se tornando cada vez menos visíveis com o decorrer do tempo. Enquanto isto não ocorre, recursos cosméticos como a maquiagem e penteados adequados disfarçam perfeitamente o inconveniente criado pelas cicatrizes recentes. Além disso, cada paciente comporta-se diferentemente de outro, em relação à evolução das cicatrizes, podendo, mesmo, em certos casos, tornar-se praticamente invisível o seu vestígio. Apesar desta advertência prévia, muitos pacientes costumam olvidar-se dos detalhes que são transmitidos durante a consulta inicial e passam a preocupar-se especificamente com a presença das cicatrizes, no período pós-operatório imediato e mediato. Esperamos que V. não seja um deles e consulte a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, através se seu Site na Internet . Pruridos (coceiras), ardor ou insensibilidade poderão ocorrer eventualmente sobre as cicatrizes. Isto será temporário e tenderá a desaparecer.

 

 

P: POR QUANTO TEMPO PERSISTE O RESULTADO?

 

R: A cirurgia da face, pescoço e pálpebras retarda visualmente o processo de envelhecimento desses territórios. Retarda mas não interrompe o processo evolutivo do organismo”.Em alguns casos, há necessidade de retoques ou compoementos, após certo tempo.

 


P: A CIRURGIA DO REJUVENESCIMENTO FACIAL (RUGAS) É CONSIDERADA COMO “PEQUENA” OU “GRANDE CIRURGIA”? HÁ RISCO NESTA OPERAÇÃO?

 

R: Raramente a cirurgia de rejuvenescimento determina sérias complicações. Entretanto, sendo um procedimento cirúrgico, ocasionalmente poderão ocorrer imprevistos na evolução. Felizmente, isto geralmente é passível de correções posteriores, mediante revisões cirúrgicas, permitindo-nos obter o resultado almejado. Não existe qualquer obrigatoriedade do cirurgião em intervir posteriormente (retoques, correções ou complementações), desde que a seqüela não se deva a imperícia , negligência ou imprudência profissional.

 


P: AS FOTOGRAFIAS PRÉ E PÓS-OPERATÓRlAS SÃO IMPORTANTES?

 

R: Evidentemente; a única maneira de se avaliar o resultado obtido é a comparação entre as fotografias pré e pós-operatórias, realizadas sob condições fotográficas idênticas nesses 2 períodos. As fotografias dos(as) pacientes fazem parte integrande de seus prontuários médicos.

 


P: QUE TIPO DE ANESTESIA É UTILIZADA PARA A OPERAÇÃO?

 

R: Tanto a anestesia geral quanto a local ou a associada são utilizadas, dependendo de cada caso.Seu cirurgião deverá sugerir-lhe a mais conveniente. O resultado final será o mesmo.

 

 

P: QUANTO TEMPO DEMORA O ATO CIRÚRGICO?

 

R:Em caso de cirurgia completa, envolvendo face, pálpebras e pescoço, o ato cirúrgico poderá se extender a 3 ou 4 horas, dependendo do caso. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória. Seu médico poderá lhe informar quanto ao tempo total.

 

 

P: QUAL O TEMPO DE INTERNAÇÃO?

 

R: Meio período até vinte e quatro a trinta e seis horas, de acordo com a necessidade de cada caso, sempre levando-se em conta o conforto e segurança do paciente.

 

 

P: SÃO UTILIZADOS CURATIVOS?

 

R: Sim. Geralmente são utilizados curativos secos. O grande curativo é retirado em torno das primeiras 24 horas, podendo ficar apenas um curativo leve sobre as cicatrizes residuais, após esse período.

 

 

P: OS OLHOS FICAM OCLUÍDOS NO PÓS-OPERATÓRIO?

 

R: Não obrigatóriamente. Poderá ser recomendada a aplicação de compressas de algodão embebido em água fria sobre os olhos, ou conduta similar, que podem ser trocadas conforme o paciente o deseje. Isto diminui a intensidade do edema pós-operatório sobre os olhos.

 

 

P: HÁ DOR, NO PÓS-OPERATÓRlO?

 

R: O pós-operatório geralmente não apresenta problema de dores, desde que o(a) paciente observa as recomendações do cirurgião. Ocasionalmente poderá ocorrer discreta dor, que poderá ser perfeitamente sedada com analgésico de linha comum.

 

 

P: QUANDO SÃO RETIRADOS OS PONTOS?

 

R: A maioria dos pontos das pálpebras é removida após 48 a 72 horas. Os remanescentes (face, pescoço, couro cabeludo), entre 8 e 12 dias.

 

 

P: QUANDO PODERÁ SER UTILIZADA MAQUIAGEM?

 

R: Para as pálpebras, 3 dias após a retirada dos pontos. Na face, em torno do 5o. dia. Seu cirurgião poderá fornecer-lhe maiores detalhes a esse respeito.

 

 

P: QUANDO PODERÃO SER LAVADOS E PENTEADOS OS CABELOS?

 

R: Entre o segundo e o sétimo dia pós-operatório poderão ser lavados e penteados os cabelos (com certo cuidado). Para secá-los utiliza-se secador manual com ar discretamente aquecido. As tinturas somente deverão ser utilizadas após a 3ª semana.

 

 

P: O "CORTE DE CABELO" PREPARATÓRlO PARA A CIRURGIA É MUITO EXTENSO? PODERÁ SER DISFARÇADO NO PÓS-OPERATÓRIO?

 

R: Os cabelos são cortados somente naquelas áreas onde se planeja localizar as cicatrizes. No pós-operatório imediato, este inconveniente poderá ser perfeitamente disfarçado, com penteado adequado.

 

 

P: QUAL A EVOLUÇÃO PÓS-OPERATÓRIA?

 

R: V. não deve se esquecer que, até que se consiga atingir o resultado almejado, diversas fases evolutivas são características deste tipo de cirurgia. Assim é que edemas (inchaço), “manchas” de infiltrado sanguíneo, hipersensibilidade de algumas áreas, insensibilidade de outras, são comuns a todos os pacientes; evidentemente, alguns pacientes apresentarão estes fenômenos com menor intensidade que outros. Esperamos que você esteja neste grupo. Caso não esteja, não se preocupe. Dê tempo ao tempo, que o seu organismo se encarregará de dissipar todos estes pequenos transtornos que, infalivelmente, chamarão a atenção de alguma pessoa estranha, que não se furtará à observação: “Houve alguma complicação? Será que isto vai desaparecer?” É evidente que toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser a nós transmitida. Daremos esclarecimentos necessários para sua tranqüilidade. Em tempo: Um curto período de “depressão emocional” poderá ocorrer nos primeiros dias, devido ao aspecto transitório. Isto é passageiro e geralmente advém da “ansiedade em ser atingir o resultado final o quanto antes”. Tenha paciência. Lembre-se que nenhum resultado de cirurgia de rejuvenescimento facial deverá ser avaliado antes dos 3 meses pós-operatórios.

 

 

P: PARA FINALIZAR: O RESULTADO DA CIRURGIA DE REJUVENESCIMENTO COMPENSA?

 

R: Cada caso é analisado individualmente, durante a 1ª consulta. Algumas pacientes procuram, com esta cirurgia, ficar “mais bonitas”. Este não é o objetivo fundamental da cirurgia, mas apenas um efeito a mais a que se busca. Nessa ocasião, o cirurgião deve esclarecer sobre todos os detalhes aqui relatados, bem como aqueles eventualmente esquecidos. Desde que tenha-se decidido mutuamente a realizar a cirurgia (médico e paciente) é porque o resultado compensa. Caso contrário, a cirurgia deverá ser recusada.

 

RECOMENDAÇÕES SOBRE A CIRURGIA DO REJUVENESCIMENTO FACIAL

 

CUIDADOS PRÉ-OPERATÓRIOS:

Comparecer ao consultório nas vésperas da cirurgia, para preparação do cabelo (confirmar horário com a enfermaria)

Lavar os cabelos, na véspera da operação com produto próprio para os cabelos.

Obedecer às instruções dadas para a internação.

Comunicar qualquer anormalidade que eventualmente ocorra, quanto ao seu estado geral.

Não fazer maquiagem no dia da internação.

Na eventualidade de internar-se no mesmo dia da operação, vir “em jejum” e não trazer objetos de valor pra o hospital.

Vir acompanhado (a) para se internar.

 

CUIDADOS PÓS-OPERATÓRIOS:

Evite molhar os curativos do couro cabeludo por 24 horas.

Compressas com água fria sobre os olhos poderão ser úteis para diminuir o tempo de edema e proporcionar certo conforto pós-operatório.

Alimentação livre, a partir do segundo dia, principalmente à base de proteínas ( carnes, leite, ovos ) e vitaminas (frutas)..

Usar óculos escuros, quando na claridade e no vento. Em caso de pacienes do sexo feminino, um lenço nos cabelos poderá deixá-la mais à vontade.

Evitar sol, vento e friagem, por 8 dias.

Obedeçer à prescrição médica.

Voltar ao consultório para curativo, no dia estipulado.

Consultar seu cirurgião plástico, sempre que necessitar maiores informações quanto à sua evolução pós-operatória.

 
Rinoplastia (cirurgia de nariz)
Fonte: SBCP - www.cirurgiaplastica.org.br/   

P: A RINOPLASTIA DEIXA CICATRIZES?

 

R: Certos narizes permitem que as cicatrizes fiquem escondidas dentro da cavidade nasal. Nestes casos, não haverá cicatriz aparente.. Em outros casos, entretanto, existem cicatrizes externas pouco aparentes, como conseqëncia de incisões (cortes) feitos na columela ou nas asas nasais. Nestes casos, impõe-se a colocação destas cicatrizes externas ( pouco visíveis ), para se proporcionar um melhor resultado à forma final ou mesmo à fisiologia nasal.

 

 

P: PODEREI ESCOLHER, PARA O MEU FUTURO NARIZ, A FORMA QUE EU DESEJAR?

 

R: Não. Existe um equilíbrio estético entre o nariz e a face, equilíbrio este que o cirurgião deve observar, a fim de preservar a naturalidade e autenticidade dessa face. Cada caso é estudado minuciosamente, a fim de que se possa dar ao nariz a melhor forma possível, dentro das exigências da face. Se a sua escolha coincidir com aquele tipo de nariz planejado, sem dúvida seu desejo será atendido. Cirurgião e paciente deverão estar de acordo com o resultado possível de se obter.

 


P: O RESULTADO DEFINITIVO EM RELAÇÃO À FORMA E FUNÇÃO É IMEDIATO?

 

R: Não. Várias fases são características do pós-operatório do nariz. Assim é que, numa 1ª fase (logo após a retirada do gesso, em torno o 7º dia), apesar de corrigidos vários defeitos estéticos do nariz original, notamos um edema (inchação) que vai diminuindo com o passar dos dias e que tende a se normalizar em torno do 6º mês. Existem pacientes que atingem o resultado definitivo um pouco antes, bem como outros que ultrapassam este período. A persistência ou não do edema transitório por um período mais longo que o normal geralmente não interfere no resultado final.

 

 

P: COMO FICARÁ MINHA RESPIRAÇÃO APÓS A CIRURGIA?

 

R: A Rinoplastia também, visa, se possível, melhorar as condições respiratórias do paciente, quando estas condições são precárias no nariz original. Apesar de haver alguma dificuldade respiratória no pós-operatório mediato (algumas semanas), isto se deve ao fato do “edema” também existir na parte interna do nariz, assim como o movimento de “válvula respiratória” fica prejudicado nesse período, por alteração da elasticidade das asas. Com o decorrer do tempo tende a normalizar-se. Problemas respiratórios poderão estar ligados ao septo que, em certros casos, poderá ser corrigido no mesmo tempo cirúrgico. Quando a correção do septo demanda cuidados especiais, a rinoplastia deverá ser feita numa segunda oportunidade, após ter sido corrigido o septo.

P: SOFRO DE CORIZA CONSTANTE. PODERÁ A CIRURGIA ESTÉTICA ALIVIAR-ME DESTE SOFRIMENTO?

R: A prática nos mostra que, em alguns casos, após realizada a rinoplastia os sintomas crônicos que vinham incomodando o paciente há anos, poderão ser minimizados ou mesmo desaparecer. Isto, entretanto, não poderá ser assegurado para todos os casos. O importante é esclarecer que as funções respiratórias deverão ser preservadas após a rinoplastia.

 


P: POR QUANTO TEMPO PERSISTE O RESULTADO OBTIDO?

 

R: O resultado de uma rinoplastia persiste por longo tempo. Após alguns anos, como em qualquer parte do organismo, poderão ocorrer algumas alterações morfológicas na região nasal.

 

 

P: A RINOPLASTIA É CONSIDERADA COMO SENDO UMA CIRURGIA “PEQUENA” ou “MÉDIA” ? E AS COMPLICAÇÕES?

 

R: Raramente a Rinoplasia determina sérias complicações. Entretanto, sendo um procedimento cirúrgico, ocasionalmente poderão ocorrer imprevistos na evolução. Felizmente, esses eventuais imprevistos são passíveis de correções posteriores, mediante revisões cirúrgicas, em pró do resultado planejado.

Os possíveis “imprevistos” não devem ser confundidos com as formas intermediárias pelas quais passa o nariz, no pós-operatório mediato, até que atinja sua forma definitiva.

Quaisquer dúvidas a respeito de uma possível complicação pós-operatória serão esclarecidas pelo seu cirurgião, que se antecipará a informá-lo (a) a respeito disto, sem qualquer constrangimento.

 

 

P: QUAL O TIPO DE ANESTESIA QUE SE UTILIZA PARA A OPERAÇÃO?

 

R: Tanto a anestesia local quanto a geral ou a associada serão utilizadas. Ficará critério de cirurgião e paciente decidirem qual o mais indicado em cada caso.

 

 

P: QUANTO TEMPO DEMORA O ATO CIRÚRGICO?

 

R: Entre 1 e duas horas. Em alguns casos este tempo é ultrapassado, desde que as circunstâncias assim o exijam. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória. Seu médico poderá lhe informar quanto ao tempo total.

 

 

P: QUAL O TEMPO DE INTERNAÇÃO?

 

R: Poderá variar de meio período até 1 dia de internação. Tudo dependerá do tipo de anestesia utilizada e da recuperação do paciente no pós-operatório imediado. Seu médico procurará determinar o tempo de internação, sempre visando seu maior conforto e segurança.

 

 

P: SÃO UTILIZADOS CURATIVOS? QUANTOS?

 

R: Quando se realiza o procedimento de fratura, o nariz é mantido imobilizado com ou outro material imobilizante, que o recobre totalmente, permanecendo por cerca de 7 a 8 dias, período após o qual é retirado no consultório. Em alguns casos é utilizado o tamponamento nasal , que poderá ser deixado por 24 a 72 horas. Se for realizada a correção simultânea do septo, poderá ser ultrapassado este tempo, com troca de tampões.

 

 

P: OUVI DIZER QUE O NARIZ “SANGRA” NOS PRIMEIROS DIAS. ISTO É VERDADE?

 

R: Existe um pequeno sangramento, que é normal nas primeiras 48 horas. Isto, entretanto, não deverá ser motivo de preocupação pois um curativo de proteção, sobreposto a abertura do nariz, é conservado propositadamente, a fim de aparar esse sangramento. Esse curativo adicional poderá ser trocado em casa, tantas vezes quanto necessário.

 

 

P: HÁ DOR NO PÓS-OPERATÓRIO?

 

R: Raramente. A rinoplastia apresenta pós-operatório bastante confortável.. Quando ocorrer uma eventual dor, esta é facilmente combatida com analgésicos, que lhe serão receitados como preventivos.

 

 

P: HÁ PERIGO NESTA OPERAÇÃO?

 

R: Raramente uma cirurgia de rinoplastia determina sérias complicações. Isto se deve ao fato de se preparar convenientemente cada paciente para o ato operatório, além de ponderarmos sobre a conveniência de associação desta cirurgia simultaneamente a outras. O perigo não é maior ou menor que uma viagem de avião ou automóvel, ou mesmo um simples atravessar de via publica.

 

 

P: EM QUE POSIÇÃO DEVEREI DORMIR, NOS PRIMEIROS DIAS?

 

R: Sempre com a cabeça discretamente elevada do leito (travesseiro). Manter-se com a face voltada para cima , sempre que possível.

 

 

P: QUANDO PODEREI TOMAR SOL?

 

R: Geralmente após o 3º dia pós-operatório, não existe qualquer inconveniente em se expor ao eventual sol da rua. Se a face apresentar equimoses ( aquelas manchas características de infiltrado sanguíneo), deverá ser utilizado um cremo foto-protetor FPS 30 na face, evitando-se exposições ao sol diário. Entretanto, para exposições longas (praias, banhos de sol), aconselha-se aguardar um período mínimo de 30 a 45 dias.

 

 

P: QUAL A EVOLUÇÃO PÓS-OPERATÓRIA?

 

R: V. não deve se esquecer que, até que se atinja o resultado almejado, diversas fases evolutivas são características deste tipo de cirurgia. Assim é que edemas (inchaço), “manchas” de infiltrado sanguíneo, dificuldade respiratória nos primeiros dias, são comuns a todos pacientes; evidentemente, alguns apresentam estes fenômenos com menor intensidade que outros. Esperamos que você esteja neste grupo. Caso não esteja, não se preocupe. Dê tempo, que seu organismo se encarregará de dissipar todos os pequenos transtornos que, infalivelmente, chamarão a atenção e alguma pessoa que não lhe poupará a pergunta: “... algo de errado não estará acontecendo?”. É evidente que toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser transmitida ao seu cirurgião plástico, e somente a ele, que tem condições de lhe esclarecer e tranquilizá-lo(a). Em tempo: geralmente existe um período de euforia, logo que se retira o gesso ou o imobilizador (7º dia). Em raros casos, uma discreta ansiedade advém, em decorrência do aspecto transitório do edema e das manchas sanguíneas. Isto é passageiro e geralmente reflete o desejo de se atingir o resultado final o quanto antes. Tenha paciência. Lembre-se que nenhum resultado de cirurgia estética do nariz deverá ser avaliado antes do 6º mês pós-operatório.

 

 

P: PARA FINALIZAR: O RESULTADO DA CIRURGIA ESTÉTICA DO NARIZ COMPENSA?

 

R: Evidentemente. A rinoplastia proporciona grandes satisfações. Lembre-se no que lhe foi dito anteriormente: cada caso é analisado individualmente na 1ª consulta, ocasião em que lhe são esclarecidos todos os detalhes aqui relatados, bem como aqueles que por lapso tenham sido olvidados. Desde que nos decidamos mutuamente a realizar a cirurgia (médico e paciente), é porque o resultado compensa. Caso contrário, deve-se recusar a operação. Esta despretensiosa mensagem foi elaborada com intuito de informa-lo(a) a respeito da Rinoplastia. Através do Site da SBCP na INTERNET, você poderá obter maiores esclarecimentos, se assim o desejar.

 

 

RECOMENDAÇÕES SOBRE RINOPLASTIAS

 

RECOMENDAÇÕES PRÉ-OPERATÓRIAS:

Comunicar-se com seu cirurgião, até a véspera da cirurgia, em caso de gripe, resfriado, coriza ou quaisquer sintomas que afetem a boca, o nariz ou a garganta.

Internar-se no Hospital indicado, obedecendo ao horário estabelecido.

Em caso de internar-se no mesmo dia da operação, comparecer ao hospital totalmente em jejum.. Evite bebidas alcoólicas ou refeições muito lautas, na véspera da cirurgia.

 

RECOMENDAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS:

Evitar sol, vento ou friagem nos três primeiros dias.

Trocar o curativo externo tantas vezes quanto necessário.

Cuidados especiais para com o gesso ou o imobilizadoR: não traumatizar o curativo, evitar a umidade ou a tentação de “retirá-lo para ver como ficou o nariz”.

Obedecer à prescrição médica (receita).

Voltar ao consultório p/curativo, no dia e hora indicados.

Não se preocupar com as narinas obstruídas, em caso de estar usando tampões.. Aguarde retirada dos mesmos.

Evitar sol de praia no período de 30 a 45 dias. Poderá, entretanto, expor-se ao sol ocasional de rua, a partir do 3o. dia, desde que obedecidos os cuidados anteriormente descritos..

Não usar óculos, até que seja autorizado (a). Caso seja imprescindível a utilização dos óculos, solicite orientação ao seu médico de como fazê-lo.

Não se preocupar com as formas intermediárias nas diversas fases (o nariz está inchado).

Tire com seu cirurgião plástico quaisquer dúvidas. Evite sensibilizar-se pelas opiniões dos amigos nesta fase inicial.

 

 
Peeling ou Resurfacing da Pele
Fonte: SBCP - www.cirurgiaplastica.org.br/   
Esta conduta, que já foi largamente utilizada pelos cirurgiões plásticos em décadas anteriores, passou por um período de baixa procura. Atualmente tem sido bastante procurada , pelo fato de novos procedimentos terem sido introduzidos ( utilizando-se substâncias químicas, recursos instrumentais como Dermoabrasores, Raios Laser, Rádio-frequência, etc.). 
 
Vários fatores deverão ser levados em consideração, no exame inicial do(a) paciente: 

a) Irregularidade da pele e sua causa: sequela de espinhas, varíola, cicatrizes leves, micro-sulcos, etc. 
 
b) Tipo étnico do(a) paciente: as pessoas de pele morena são mais propícias às complicações tipo "manchas". Dai, a menor incidência de sua indicação em países tropicais (Brasil, etc.). 
 
c) Tipo de atividade profissional do(a) paciente. 
 
d) Presença de fatores locais que contra-indiquem o ato (barba irritável, espinhas ativas, irregularidade na superfície cutânea muito acentuada, presença de discromias em outras áreas, cicatrizes inestéticas, etc.) 
 
e) Motivação do (a) paciente.
 
A Dermoabrasão, Peeling ou Resurfacing poderá ser indicada em 1 ou mais sessões (quando indicadas mais de 1 sessão, recomenda-se certo intervalo entre uma e outra, dependendo das características da pele, assim como a técnica empregada). 
Poderá ser realizada sob anestesia local ou geral ou mesmo sob sedação ( peeling químico). 
Durante as primeiras fases ( período de eritema ) é proibida a exposição ao sol, a fim de se evitar o aparecimento de manchas na pele. Esta conduta poderá ser feita simultâneamente em áreas específicas ( peri-bucal, pés de galinha, micro-sulcos peribucais, ou na face total.
Tratando-se de conduta que exige o esclarecimento de detalhes sobre o resultado a ser oferecido, normalmente solicita-se dos (as) pacientes que exponham todas suas dúvidas durante a primeira consulta. 
A relatividade do resultado deverá ser assumida, para fins de decisão da intervenção, pelo(a) próprio(a) paciente, juntamente com seu cirurgião. 

 

 
Otoplastia Estética (cirurgia de orelha).
Fonte: SBCP - www.cirurgiaplastica.org.br/   
A orelha é uma das partes do corpo humano que poderá trazer o estigma familiar: “O filho tem a orelha do pai”! Muitas vezes a orelha em abano, é encontrada em vários membros da família e constitui uma identificação negativa, principalmente pelo fato de gerar caçoadas na infância, trazendo como conseqüência marcas profundas no comportamento da criança.
Assim é que existe uma idade ideal para se fazer a cirurgia de correção do abano: 5 a 7 anos, período em que a orelha já está totalmente formada e quase igual ao tamanho daquela do adulto. Além do mais, por se tratar de um período pré-escolar, nessa fase começam os problemas de ordem psicológica. Normalmente as seguintes perguntas são feitas por ocasião da 1ª consulta: 

 
P: A CIRURGIA DA ORELHA EM ABANO DEIXA CICATRIZES? 

R: A cicatriz desta cirurgia é praticamente invisível, por localizar-se atrás da orelha, no sulco formado por esta e o crâneo. Além do mais, como se trata de região de pele muito fina, a própria cicatriz tende a ficar “quase imperceptivel”, mesmo em algumas técnicas que utilizam pequenas incisões na face anterior .

 
P: QUAL O TIPO DE ANESTESIA? 

R: Crianças: anestesia geral. Adultos: anestesia local com ou sem sedação (a critério). 

 
P: QUAL O PERÍODO DE INTERNAÇÃO? 

R: Meio período a 1 dia, dependendo do tipo de anestesia e idade do(a) paciente. 

 
P: QUANTO TEMPO DEMORA O ATO ClRÚRGICO? 

R: Geralmente em torno de 90 a 120 minutos.Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória. Seu médico poderá lhe informar quanto ao tempo total. 

 
P: HÁ PERIGO NESTA OPERAÇÃO? 

R: O perigo não é maior ou menor que aquele de se viajar de automóvel, avião ou mesmo o simples atravessar de uma rua. São riscos do quotidiano, os quais estamos acostumados a enfrentar.

 
P: HÁ DOR NO PÓS-OPERATÓRIO?
 
R: Certo incômodo poderá ocorrer no pós-operatório. Quando houver esta intercorrência, poderemos combatê-la com analgésicos comuns.

 
P: COMO É O CURATIVO? 

R: Faz -se a proteção da cicatriz com curativos pequenos. Protege-se a orelha (principalmente em crianças), nos primeiros dias, com uma espécie de touca, a fim de evitar traumatismos locais. Em alguns casos, recomenda-se o uso das faixas tipo "ballet"ou "tenis". 

 
P: QUANDO SÃO RETIRADOS OS PONTOS? HÁ DOR? 

R: Em torno do 8o. dia. Não existe dor na retirada. 

 
P: EM QUANTO TEMPO SE ATINGIRÁ O RESULTADO DEFINITIVO?
 
R: Assim que se retira o curativo já teremos em torno de 80 % do resultado almejado. Após 12 semanas, o resultado será definitivo. 

 
P: NÃO HÁ O RISCO DE “VOLTAR O PROBLEMA DO ABANO” APÓS A CIRURGIA? 

R: Desde que devidamente conduzida a cirurgia, o resultado será definitivo. Convém salientar que uma leve assimetria poderá ocorrer, pois, mesmo as pessoas não operadas e que tenham orelhas normais, não apresentam simetria absoluta.

 
RECOMENDAÇÕES SOBRE A CIRURGIA DE ORELHA EM ABANO 

PRÉ- OPERATÓRIO: 

Comunicar-se com o seu médico até a véspera da cirurgia, em caso de gripe, infecções, etc. 
Obedecer ao horário estabelecido para internação. 
Manter-se em jejum por um período de 8 a 12 horas antes. 
Lavar os cabelos na vésperas. 
Se V. tiver cabelos compridos, não deverão ser cortados e sim mantidos até um período após à cirurgia. Isto ajuda a disfarçar o curativo, nos primeiros dias.
 
PÓS- OPERATÓRIO: 

Evitar sol, friagem, vento e traumatismos locais por um período de 10 dias. 
Comparecer ao consultório para controle pós-operatório, nos dias indicados pela enfermeira. 
Obedecer à prescrição médica. 
Poderá retornar às atividades escolares, profissionais, etc 4 a 5 dias após a cirurgia. 
Alimentação livre, a partir do segundo dia, principalmente à base de proteínas ( carnes, leite, ovoe ) e vitaminas (frutas).
 
Mentoplastia de Aumento (Cirurgia do queixo)
Fonte: SBCP - www.cirurgiaplastica.org.br/   

O queixo (mento) constitui um dos principais pontos de referência no estudo estético da face. 

O queixo ideal deverá observar um posicionamento dentro de certos limites estéticos, fazendo um conjunto harmônico juntamente com outros setores como o nariz, olhos, boca, etc.

Poderá se apresentar situado em posição mais avançada ou mais retraída, em relação ao seu posicionamento. Para ambos os casos existem correções cirúrgicas. A mentoplastia mais comum é aquela que visa corrigir o retro-posicionamento (queixo retraído), através da inclusão de uma peça de silicone. Assim é que infalivelmente certas perguntas serão feitas, merecendo como conseqüência respostas simples e objetivas, tais como:
 
 
P: ONDE SE LOCALIZAM AS CICATRIZES?
 
R: Poderá ser feita uma cicatriz interna (dentro da boca) ou mediante uma pequena incisão na parte inferior do queixo. Ficará a critério de cada cirurgião plástico a indicação da cicatriz..

 
P: QUAL O TIPO DE ANESTESIA? 
 
R: Geralmente esta cirurgia é indicada em pacientes adultos. Se se tratar de correção exclusivamente do mento, a anestesia é a local (com ou sem sedação prévia, dependendo do caso). Se associada a outras cirurgias, o cirurgião ponderará quanto à conveniência de se realizar o ato cirúrgico sob anestesia local ou geral. 

 
P: COMO É A PEÇA DE SILICONE QUE SERÁ INTRODUZIDA? 
 
R: O cirurgião geralmente modela a peça ou se utiliza de peças pré-moldadas (existem vários tamanhos, que poderia ser apresentadas ao (à) paciente durante as entrevistas pré-operatórias. 

 
P: O SILICONE É PERIGOSO? NÃO PODERÁ OCASIONAR CÂNCER ? 
 
R: Há mais de 35 anos vem sendo empregado o silicone na forma sólida, em todo o mundo, com milhares de pacientes operados, sem que se tenha assinalado a presença de ação cancerígena do silicone. Trata-se de substância inerte ao organismo e que se mantém em seu lugar de introdução, dentro de uma cápsula fibrosa que o próprio organismo se encarrega de elaborar, logo nos primeiros dias. Raros são os casos de eliminação da peça. Quando isto acontece (geralmente devido a problemas no pós-operatório imediato por infecção, traumatismo sobre a área operada, hemorragia, etc.), retira-se a peça mediante simples cirurgia sob anestesia local, sem ficar qualquer seqüela. Posteriormente poderá ser reintroduzida nova peça. O Silicone, na forma líquida, é condenado para uso médico. 

 
P: HÁ DOR NO PÓS-OPERATÓRIO? 
 
R: Geralmente não. Mesmo que ocorra um discreto desconforto, poderemos neutralizá-la com o uso de analgésicos comuns. 

 
P: E OS CURATIVOS? 
 
R: Costuma-se fazer um tipo de curativo local de manutenção com fins de ajudar a manter a prótese fixada. Além do mais, este curativo serve de proteção a eventuais traumatismos que possam ocorrer nos primeiros dias. 

 
P: QUANTOS DIAS DEVEREI FICAR DE REPOUSO? 

R: Dependendo da atividade, apenas 1 dia. Casos especiais poderão determinar cuidados relativos por 4 a 5 dias, sem contudo necessitar-se de repouso absoluto.
 
 
P: QUAL O MAIOR CUIDADO QUE SE DEVE TOMAR ANTES DA OPERAÇÃO? 
 
R: Informar ao seu cirurgião plástico quanto à intercorrência de algum dente, principalmente da arcada inferior, infeccionado ou inflamado. Caso ocorra esta eventualidade, solicite de seu dentista que a trate, antes mesmo de procurar seu médico para a cirurgia de mentoplastia de aumento. 

 
P: MINHA FISIONOMIA MUDARÁ MUITO COM ESTA CIRURGIA? 
 
R: Não deverá ocorrer grandes alterações fisionômicas. Apenas haverá um melhor equilíbrio de sua fisionomia, mantendo suas características individuais. 
 
 
P: ESTA CIRURGIA PODERÁ SER ASSOCIADA À RINOPLASTIA? 
 
R: Em muitos casos o próprio cirurgião recomenda a associação das duas cirurgias, visando um melhor equilíbrio estético da face. 
 
 
RECOMENDAÇÕES SOBRE A MENTOPLASTIA ESTÉTICA 

PRÉ- OPERATÓRIO: 

Comunicar-se com seu cirurgião plástico, até a véspera da cirurgia, em caso de viroses, infecções dentárias, afecção da garganta, etc. 
Internar-se no hospital ou clínica especializada, no dia e hora indicados na guia de internação. 
Em caso de anestesia geral, manter o jejum. Se for anestesia local, permite-se refeição leve até 6 horas antes da cirurgia. 
Compareçer acompanhado à internação.
 
PÓS-OPERATÓRIO
 
Evitar friagem, sol e traumatismos locais no pós-operatório. 
Retornar ao consultório nos dias e horários estabelecidos. 
Escovar os dentes com escova macia. 
Obedecer à prescrição médica. 
Não se preocupar com o “inchaço” natural do queixo, que poderá persistir por algumas semanas. 
Evitar alimentos sólidos que exijam mastigação intensa nos primeiros dias. Alimentação livre, a partir do segundo dia, principalmente à base de proteínas ( carnes, leite, ovoe ) e vitaminas (frutas).
 
 
Mastoplastia Redutora (cirurgia de redução mamária)
Fonte: SBCP - www.cirurgiaplastica.org.br/   

É uma das mais comuns, dentre as cirurgias plásticas , pois, além de ser indicada para melhorar o a forma da mama, também é indicada como recurso complementar no tratamento profilático de certas doenças da mama (casos especiais) e como prevenção de problemas causados por mamas muito grandes. 

Assim é que, as perguntas mais freqüentes sobre esta cirurgia são: 


• P: A CIRURGIA DE REDUÇÃO MAMÁRIA DEIXA CICATRIZES? 

• R: Esta cirurgia permite-nos colocar as cicatrizes bastante escondidas, o que é muito conveniente nos primeiros meses. As cicatrizes passarão, obrigatòriamente, por diversas fases té que se atinja a fase final de maturação. Assim é que temos: 
 
a- PERÍODO IMEDIATO: Vai até o 30º dia e apresenta-se com aspecto pouco visível Alguns casos apresentam uma discreta reação aos pontos ou ao curativo. 
 
b- PERÍODO MEDIATO: Vai do 30º dia até o l2º mês. Neste período haverá um espessamento natural da cicatriz, bem como uma mudança na tonalidade de sua cor, passando do “vermelho para o “marrom” que vai, aos poucos, clareando. Este período, o menos favorável da evolução cicatricial, é o que mais preocupa as pacientes. Como não podemos apressar o processo natural de cicatrização, recomendamos às pacientes que não se preocupem, pois, o período tardio se encarregará de diminuir os vestígios cicatriciais. 
 
c- PERÍODO TARDIO: Vai do 12º ao l8º mês. Neste período a cicatriz começa a tornar-se mais clara e menos consistente atingindo, assim, o seu aspecto definitivo. Qualquer avaliação do resultado definitivo da cirurgia das mamas deverá ser feita após este período. 
 
 
• P: ONDE SE LOCALIZAM AS CICATRIZES? 

• R: Dependendo da técnica empregada, poderemos ter variações quanto às cicatrizes. Normalmente existem cicatrizes situadas em forma de “T” invertido, na parte inferior da mama. Aquela situada em torno da aréola fica bastante disfarçada pela própria condição de transição de cor entre a aréola e a pele normal. Outros tipos de cicatrizes, como em “I “, “L /J “ ou periareolares, são viáveis. Desde os primeiros dias de pós-operatório poderá ser usado um “decote” bastante “generoso”, pois as cicatrizes ficam escondidas. Com o decorrer do tempo (vide item anterior), as cicatrizes vão ficando disfarçadas. 

 
P: OUVI DIZER QUE ALGUMAS PACIENTES FICAM COM CICATRIZES MUITO VISÍVEIS. POR QUE ISSO ACONTECE? 

• R: Certas pacientes apresentam tendência à cicatrização hipertófica ou ao quelóide. Esta tendência, deverá ser avaliada pelo seu médico, durante a consulta inicial, oportunidade em que lhe são feitas perguntas sobre sua vida clínica pregressa, bem como características familiares, que muito ajudam quanto ao prognóstico das cicatrizes. Pessoas de pele clara não tendem a sofrer esta complicação cicatricial hipertrófica. Cicatrizes de cirurgias anteriores ou mesmo acidentais, ajudam no prognóstico. 

 
P: EXISTE CORREÇÃO PARA CICATRIZES HIPERTRÓFlCAS? 

• R: Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar cicatrizes inestéticas, na época adequada. Não se deve confundir entretanto, o “período mediato” da cicatrização normal (do 30º dia até o 12º mês) como sendo uma complicação cicatricial. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução deverá ser esclarecida com seu médico e nunca com outras pessoas que, como você, “também estão apreensivas quanto ao resultado final”. 

 
• P: COMO FICARÃO MINHAS NOVAS MAMAS, EM RELAÇÃO AO TAMANHO E CONSISTÊNCIA? 

• R: As mamas podem ter seu volume reduzido através da cirurgia; além disso sua consistência e forma também são melhoradas com a cirurgia. Assim é que, para os casos de redução de volume e levantamento de sua posição, podemos optar por vários volumes, dentro das possibilidades que a mama original nos permita planejar, sem compromete-la futuramente. Aqui, como no caso do aumento do volume, deverão ser equilibradas as proporções entre o volume da nova mama e o tamanho do tórax da paciente afim de obtermos maior harmonia estética. Nessa ocasião procura-se melhorar o aspecto quanto à flacidez e a forma da mama original. As "novas mamas” passam por vários períodos evolutivos, em relação à sua forma:
 
a) PERÍODO IMEDIATO: Vai até o 30º dia. Neste período, apesar das mamas apresentarem-se com seu aspecto bem melhorado, sua forma ainda está aquém do resultado planejado, pois, para que se atinja a forma definitiva ainda existem “pequenos defeitos” aparentes iniciais (inevitáveis em todos os casos), que desaparecem com o decorrer do tempo.Lembre-se desta observação: Seu resultado final somente ocorrerá após o período tardio. 
 
b) PERÍODO MEDIATO: Vai do 30º dia até o 8º mês. Neste período, a mama começa a apresentar uma evolução que tende à forma definitiva o que ocorrerá após o 8º mês. Poderão ocorrer neste período um aumento ou diminuição da sensibilidade do mamilo, além de maior ou menor grau de "inchaço " das mamas; além disso, sua forma está aquém da definitiva. Apesar da euforia da maioria das pacientes, já neste período costumamos dizer às mesmas que seu resultado ficará melhor ainda, pois isto será a característica do 3º período (tardio). 
 
c) PERÍODO TARDIO: Vai do 8º ao 18º mês. É o período em que a mama atinge seu aspecto definitivo (cicatriz, forma, consistência, volume, sensibilidade).É neste período que costumamos comparar fotogràficamente os casos operados com o aspecto pré-operatório de cada paciente. Tem grande importância, no prognóstico do resultado final, o grau de elasticidade da pele das mamas bem como o volume conseguido. O equilíbrio entre ambos varia de caso para caso.
 
 
• P: EM QUANTO TEMPO ATINGIREI O RESULTADO DEFINITIVO? 
 
• R: Apesar do resultado imediato e mediato satisfazerem bastante às pacientes, somente entre o 8º e 18º mês é que as mamas atingirão sua forma definitiva (vide item anterior). 
 
 
P: QUAL O TIPO DE TRAJE DE BANHO QUE PODEREI USAR APÓS A CIRURGIA? 

• R: No período mediato e tardio qualquer tipo de traje, de uma ou duas peças, desde que a peça superior não fique muito justa. É claro que, após o amadurecimento das cicatrizes os maiôs poderão ser mais “generosos”, a seu critério. Nas grandes reduções mamárias, entretanto, a cicatriz horizontal é um pouco mais extensa o que determinará a escolha do maiô que melhor disfarce sua presença. 
 
 
• P: NO CASO DE NOVA GRAVIDEZ, O RESULTADO PERMANECERÁ OU FICARÁ PREJUDICADO? 

• R: O seu ginecologista lhe dirá da conveniência ou não de nova gravidez. Quanto ao resultado, poderá ser preservado, desde que aquele especialista controle seu aumento de peso na nova gestação. Geralmente não há problema, em caso de nova gravidez. Quando se tratar de mamas muito grandes, que foram reduzidas acentuadamente, a lactação poderá ficar prejudicada. Em casos de pequenas e médias reduções a lactação poderá ser preservada. Algumas pacientes poderão apresentar diminuição da sustentação da pele mamária.
 
 
• P: O PÓS-OPERATÓRIO DA CIRURGIA MAMÁRIA É DOLOROSO? 

• R: Geralmente não, desde que você obedeça às instruções médicas, principalmente no que tange à movimentação dos braços nos primeiros dias. 
 
 
• P: HÁ PERIGO NESTA OPERAÇÃO? 

• R: Raramente a cirurgia plástica mamária sofre complicações sérias. Isto se deve ao fato de se preparar convenientemente cada paciente, além de ponderarmos sobre a conveniência de associação desta cirurgia, simultaneamente a outras. O perigo não é maior ou menor que viajar de avião, automóvel, ou atravessar uma via pública.
 
 
P: QUAL O TIPO DE ANESTESIA UTILIZADA? 

• R: Anestesia local , geral, peri-dural ou associada, a critério do cirurgião. 
 
 
P: QUANTO TEMPO DURA O ATO CIRÚRGICO? 

• R: Dependendo de cada tipo de mama, de duas e meia a 4 horas, podendo-se externder um pouco mais, em certos casos.. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória. Seu médico poderá lhe informar quanto ao tempo total.
 
 
P: QUAL O PERÍODO DE INTERNAÇÃO? 

R: Meio período a um dia. 
 
 
• P: SÃO UTILIZADOS CURATIVOS? 
 
• R: Sim. Curativos elásticos e modelantes, especialmente adaptados a cada tipo de mama. São trocados periodicamente. 

 
P: QUANDO SÃO RETIRADOS OS PONTOS?
 
• R: São retirados em torno do 8o. ao 12o. dia, sem maiores incômodos. 

 
P: QUANDO TOMAREI BANHO COMPLETO? 

• R: Geralmente, após 2 a 3 dias. Alguns casos poderão determinar cuidados sobre a área operada, sendo que então, recomenda-se evitar o umedecimento sobre essa área por 8 dias. 

 
P: QUAL A EVOLUÇÃO PÓS-OPERATÓRIA? 

• R: Você não deve esquecer que, até que se atinja o resultado almejado, as mamas passarão por diversas fases (ver itens “1” e “5”). Se lhe ocorrer a preocupação no sentido de “desejar atingir o resultado definitivo antes do tempo previsto”, não faça disso motivo de sofrimento: tenha a devida paciência, pois, seu organismo se encarregará espontaneamente de dissipar todos os transtornos imediatos que, infalivelmente chamarão a atenção de alguma pessoa, que não se furtará a observação: “será que isso vai desaparecer mesmo?”. É evidente que toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser transmitida ao seu cirurgião que lhe dará os esclarecimentos necessários para sua tranqüilidade.

 
P: QUANDO PODEREI RETORNAR AOS MEUS EXERCÍCIOS? 

• R: Depende do tipo de exercícios. Aqueles relativos aos membros inferiores, poderão ser reiniciados entre 10 a 15 dias, evitqando-se o "alto impacto". Os exercícios que envolvam o tórax, geralmente devem aguardar além de 30 a 45 dias.

 
RECOMENDAÇÕES SOBRE A CIRURGIA REDUTORA DAS MAMAS 

a) RECOMENDAÇÕES PRÉ-OPERATÓRIAS 

1) Comunicar-se com seu cirurgião até a véspera da operação, em caso de gripe, indisposição ou antecipação do período menstrual. 
 
2) Internar-se no hospital indicado, obedecendo ao horário previamente marcado.
 
3) Evitar bebidas alcoólicas ou refeições muito lautas na véspera da cirurgia.
 
4) Evitar todo e qualquer medicamento para emagrecer de que eventualmente esteja fazendo uso, por um período de 10 dias antes do ato cirúrgico. Isto inclui também certos diuréticos. 
 
5) Programe suas atividades sociais, domésticas ou escolares de modo a não se tornar indispensável a terceiros, por um período de aproximadamente 3 a 5 dias.
 
b) RECOMENDAÇÕES PÓS- OPERATÓRlAS: 

1) Evite esforços nos 8 primeiros dias. 
 
2) Não movimente os braços em excesso. Obedeça as instruções que lhe serão dadas por ocasião da alta hospitalar, relativas à movimentação dos membros superiores. 
 
3) Evite molhar o curativo, até que seja autorizada a fazê-lo. 
 
4) Não se exponha ao sol ou friagem, até segunda ordem.
 
5) Siga rigorosamente as prescrições médicas. 
 
6) Alimentação normal (salvo casos específicos que receberão a devida orientação), a partir do segundo dia, principalmente à base de proteínas ( carnes, leite, ovo) e vitaminas (frutas).. 
 
7) Voltar ao consultório para curativos subseqüentes e controle pós-operatório nos dias e horários estipulados. 
 
8) Provavelmente você estará se sentindo tão bem a ponto de esquecer-se que foi operada recentemente. Cuidado! Esta euforia pode levá-la a fazer esforços prematuros, o que determinará certos transtornos. 
 
9) Não se preocupe com as formas intermediárias nas diversas fases. Tire com seu cirurgião suas eventuais dúvidas. 
 
 
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